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Virkon S - 500g

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Descrição Geral

O Virkon S é um desinfetante presente no mercado há mais de 30 anos. Ele é potente na proteção, com ação virucida, fungicida e bactericida, reconhecido internacionalmente por governos e órgãos responsáveis pelas boas condutas de higienização em ambientes onde animais são cuidados e tratados.

O produto é utilizado em baixas temperaturas e pode ser aplicado para desinfecção de equipamentos, superfícies em geral, paredes e pisos de ambientes onde há grande exposição de contaminação. Ele é biodegradável, amigo da sustentabilidade e não oferece irritabilidade aos expostos à sua ação.

A sua popularidade é justificada pelo amplo respaldo que ele oferece em termos de proteção, uma confiança compartilhada entre cuidadores de animais e em locais voltados para a prestação de cuidados veterinários. A reputação global do Virkon S se fundamenta em seu impacto positivo reconhecido.

Esse desinfetante é particularmente adequado para a prevenção de doenças bem conhecidas, como a gripe aviária, febre suína clássica, doença de Newcastle, entre outras. A sua eficácia abrangente o torna uma escolha confiável para garantir a saúde e bem-estar dos animais.

Por que o Virkon é o melhor desinfetante para ambientes com animais?

Pensando no bem-estar de todos, atualmente é importante fazermos escolhas certas, e o Virkon S é uma opção perfeita para os animais e aqueles que são responsabilizados pelos cuidados.

Além ser único em sua composição, o mais completo e eficaz contra uma ampla gama de vírus, bactérias, esporos e fungos, o desinfetante não oferece risco aos Pets e tampouco aos cuidadores, além de não oferecer prejuízo ao meio ambiente.

Um detalhe importante sobre escolher o Virkon S como desinfetante dos seus ambientes é que já foi comprovado que o seu tempo de ação é mais um ponto positivo, pois um preparo de solução em 1% de concentração pode agir em menos de 5 minutos, e em vírus mais resistentes, 10 minutos.

Para que serve o desinfetante Virkon?

O Virkon S se destaca por oferecer uma desinfecção rápida e segura, combatendo eficazmente mais de cem variações de vírus e fungos, além de agir contra mais de quatrocentas cepas bacterianas. Seu uso é recomendado tanto para salvaguardar operadores e cuidadores quanto para proteger os próprios animais.

Importante mencionar que, ao submergir instrumentos e utensílios, é aconselhável evitar um tempo prolongado de contato. Para a esterilização desejada, um período máximo de 10 minutos é recomendado.

O Virkon S se destaca por sua capacidade de promover uma desinfecção segura e eficaz. Sua fórmula abrange uma ampla variedade de microrganismos, contribuindo para a segurança de operadores, cuidadores e animais. Sua aplicação é simplificada, exigindo apenas uma solução diluída para resultados significativos.

Portanto, o Virkon S é uma escolha prática e confiável para a desinfecção abrangente. Em concentrações de 0,5 a 1%, demonstra sua eficácia sem necessitar de processos complexos. Contudo, é importante lembrar que, ao utilizar o desinfetante em imersão de instrumentos e utensílios, um contato prolongado não é recomendado, sendo ideal um período máximo de 10 minutos para garantir a esterilização adequada.

Sobre produtos de higienização para criadores e clínicas veterinárias

Os desinfetantes escolhidos precisam ter o mínimo de teor tóxico possível, aprovados pelos Órgãos responsáveis, assegurando proteção completa, em todas as vias.

A higienização e desinfecção do ambiente pode ser feita utilizando acessórios como pulverizadores, esponjas, esfregões, panos e até mesmo lenços descartáveis.

Os utensílios escolhidos podem ser adaptados às exigências particulares de cada ambiente. Em Hospitais Veterinários e Clínicas, é possível que haja regras e um padrão de desinfecção normatizado, os quais devem ser respeitados e adequados à eficácia do Virkon S.

Em criadouros e ambientes particulares, a ação protetora não está comprometida, e os responsáveis podem se sentir livres para realizar a desinfecção da maneira que melhor se adequa à rotina de cuidados.

Quais são os três tipos de desinfecção?

A rotina de higiene e proteção do ambiente veterinário é importante não só nas clínicas quanto nos criadouros, por isso podemos classificar essas desinfecções em 3 níveis:

Alto nível: Proteção estratégica contra microrganismos potencialmente prejudiciais à saúde. Os desinfetantes mais indicados para essa desinfecção são os compostos por:

  • ácido peracético;
  • glutaraldeído;
  • peróxido de hidrogênio.

O produto Virkon S desempenha um papel fundamental nesse tipo de desinfecção. Com sua ação virucida, fungicida e bactericida, ele é eficaz contra uma ampla gama de microrganismos patogênicos, oferecendo uma defesa abrangente e confiável contra possíveis ameaças à saúde.

Médio nível: Desinfecção menos potente e mais rápida, sendo voltada para a eliminação de fungos, vírus, bactérias e microbactérias. Os desinfetantes mais indicados são compostos por:

  • álcool 70%;
  • formol;
  • preparados com hipoclorito de sódio.

Nesse contexto, o produto continua a se destacar, pois sua formulação abrange justamente essa categoria de desinfecção. Sua capacidade de combater diversas cepas de vírus, fungos e bactérias o coloca como um aliado eficaz para garantir um ambiente seguro e livre de patógenos.

Baixo nível: Atividade mais rápida e de menor eficácia. Não atua contra microbactérias. Os desinfetantes mais utilizados são:

  • detergentes;
  • hipoclorito de sódio;
  • quaternário de amônio.

Apesar de não ser o foco principal do Virkon, suas propriedades de desinfecção ainda podem ser relevantes nesse nível. Ele oferece uma ação rápida e eficaz contra diversos microrganismos, contribuindo para a manutenção da limpeza e segurança em ambientes veterinários.

É válido ressaltar ainda que essa categorização de desinfecção permite adaptar a escolha de desinfetantes de acordo com a necessidade do ambiente e a ameaça de microrganismos, assegurando níveis apropriados de proteção.

Qual o melhor bactericida para desinfetante?

O bactericida mais indicado para desinfecção é aquele que combina fatores importantes para a preservação de quem se expõe à sua ação. É importante unir benefícios como concentração ideal, tempo de ação e melhor manuseio.

Um bactericida ideal deve não somente eliminar o máximo de microrganismos possível, mas também apresentar um baixo teor de toxicidade. Para garantir a escolha acertada, é fundamental estar atento às informações fornecidas pelos fabricantes, que muitas vezes especificam as características de uso e eficácia.

Nesse contexto, o Virkon S destaca-se como um excelente bactericida. Além de oferecer uma proteção abrangente, sua fórmula foi desenvolvida com foco na praticidade e na segurança dos usuários. A confiabilidade dele o torna uma opção completa para aqueles que buscam um nível superior de proteção aliado à conveniência no uso.

Como acabar com o vírus da Cinomose no ambiente?

O vírus Cinomose é principalmente prejudicial a filhotes e cães que possuem imunidade baixa e reconhecido pela sua agressividade. É importante ressaltar também que essa doença não afeta humanos, gatos, roedores ou aves, somente cães.

A sua transmissão pode ocorrer principalmente pelo ar, mas também por contato com secreções e superfícies onde o vírus pode se manter vivo por até 3 meses. 

Nesse caso, podemos identificar a importância da desinfecção, preservando superfícies e objetos higienizados, assim impossibilitando a proliferação do vírus.

O recomendado é fazer a desinfecção com produtos de ação potente, podendo ser reforçada a proteção com hipoclorito de sódio. Em caso de uso de dois ou mais desinfetantes, não faça misturas.  O vírus da Cinomose pode ser facilmente destruído, desde que o procedimento seja realizado de maneira correta.

Qual a diferença entre limpador e desinfetante?

A diferença está nos detalhes: quais produtos e quais condutas usar. Quando nos referimos a limpador, limitamos a ação à remoção de sujidade e microrganismos menos resistentes.

Quando o assunto é desinfetante, devemos nos referir a produtos de qualidade e que asseguram a eliminação de bactérias vírus prejudiciais a todos.

O Virkon S é a combinação perfeita de limpador e desinfetante, pois limpa e desinfeta os ambientes, além de ser seguro e livre de componentes abrasivos.

Qual a diferença entre desinfetar e esterilizar?

A principal diferença está entre a potência de atuação das duas atividades. Enquanto a esterilização assegura a total proteção, a desinfecção elimina até 99% dos microrganismos. 

O processo de esterilizar comumente está relacionado a instrumentos e utensílios utilizados em procedimentos invasivos, e elimina não só bactérias, vírus e fungos, eliminando ainda esporos bacterianos.

Como usar o Virkon S?

O Virkon S requer uma diluição apropriada conforme a área de aplicação e o nível de exposição. Sua coloração rosa age como um indicador de atividade, facilitando o processo.

Na utilização do Virkon S, as taxas de diluição variam de acordo com a finalidade:

  • Controle final de vírus: Diluir na proporção de 1:200 (0,5%) e aplicar de 200 a 300 ml/m².
  • Desinfecção Corrente: Utilizar uma diluição de 1:100 (1%). O produto pode ser aplicado com pulverizador ou máquina de pressão, com uma taxa de aplicação de 300 ml/m².
  • Desinfecção de rotina de equipamentos: Também com uma diluição de 1:100 (1%), aplicar 300 ml/m².
  • Desinfetante para pedilúvios e rodilúvios: Usar a diluição de 1:100 (1%). Substitua a solução quando estiver suja, após 4-5 dias, ou quando houver presença significativa de matéria orgânica. O ideal é trocar a solução diariamente.

O uso correto do Virkon S utilizado da forma correta contribuirá para uma desinfecção eficaz e segura em diversas situações.

Recomendações e Cuidados para o Virkon S

Para garantir que a utilização do desinfetante Virkon S seja tanto eficaz quanto segura, é indispensável seguir um conjunto de orientações e precauções. As dicas abaixo não apenas maximizam o potencial do produto, mas também minimizam riscos associados ao seu manuseio e aplicação.

  • Diluição Correta: Sempre siga as instruções do fabricante para diluir o Virkon S de forma adequada.
  • Armazenamento: Mantenha a solução diluída em um recipiente bem fechado e protegido da luz solar para preservar a eficácia.
  • Limpeza Prévia: Antes de desinfetar qualquer superfície, certifique-se de que ela esteja limpa para maximizar a eficácia do produto.
  • Tempo de Contato: Respeite o tempo de contato indicado pelo fabricante para garantir uma desinfecção eficaz.
  • Instrumentos Sensíveis: Não deixe instrumentos médicos ou veterinários sensíveis submersos na solução por mais de 10 minutos.
  • Lavagem Pós-Uso: Após a desinfecção de instrumentos, lave-os com água destilada para remover qualquer resíduo do produto.
  • Uso de EPI: Sempre utilize Equipamentos de Proteção Individual (luvas, máscaras e óculos de proteção) ao manusear Virkon S porque ele é corrosivo se ficar muito tempo em uma superfície e irrita a pele se entrar em contato.
  • Ventilação: Use o produto em áreas bem ventiladas para evitar a inalação de vapores que podem ser prejudiciais.
  • Descarte Responsável: Descarte a solução usada e o recipiente de acordo com as diretrizes locais de descarte de resíduos químicos.
  • Verificação de Compatibilidade: Antes de usar o Virkon S em uma nova superfície, faça um teste em uma área pequena para verificar a compatibilidade.
  • Manter Fora do Alcance de Crianças e Animais: Como qualquer produto químico, o Virkon S deve ser armazenado em um local seguro.
  • Leitura do Rótulo: Sempre leia e siga as instruções do rótulo e da Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico (FISPQ) antes de usar.

Ao seguir essas diretrizes, você tomará as medidas adequadas para utilizar o Virkon S de uma maneira segura e eficaz

Como usar o desinfetante concentrado?

Para utilizar o Virkon S concentrado, é necessário diluí-lo em água, tornando-o pronto para aplicação em diversas superfícies por meio de borrifadores ou pulverizadores.

Uma dosagem comprovadamente eficaz é de 10ml de desinfetante para cada litro de água. No entanto, a concentração pode ser adaptada de acordo com o grau de exposição à contaminação presente nos ambientes.

Essa flexibilidade na diluição permite ajustar o poder desinfetante do produto conforme as necessidades específicas, garantindo uma desinfecção eficaz e abrangente. A correta diluição e aplicação facilitam a manutenção de ambientes limpos e seguros.

Como usar o desinfetante UFE?

O desinfetante UFE é um produto de limpeza utilizado para higienização e desinfecção de ambientes e pode ser aplicado em diversas superfícies e locais. Trata-se de um desinfetante que não requer diluição em água, sendo utilizado em sua forma pura.

Diferentemente do Virkon S, o desinfetante UFE não requer diluição em água, o que simplifica sua aplicação, sendo utilizado em sua forma pura.

Para obter os melhores resultados, aconselha-se utilizar um pano limpo e seco ao aplicar o desinfetante UFE.

Como diluir o Virkon?

A medida indicada para cada metro quadrado é 300ml. Para cada 25 metros quadrados, a indicação é para combinar 100ml de Virkon S com 10 litros de água. A combinação de 300ml/m² pode ser utilizada nos ambientes de criação e celeiros.

O Virkon S concentrado pode ser aplicado em porções de 1 litro para 19 litros de água, o que resulta em um total de 20 litros de desinfetante para ser utilizado, dentro dos prazos recomendados. Essa concentração é recomendada por criadores e donos de pets.

A dosagem recomenda é comprovada como eficaz, mas a combinação pode ser ajustada ao nível de exposição à contaminação nos ambientes.

Quais produtos têm amônia quartenária? 

A amônia quartenária, também conhecida como compostos quaternários de amônio, tornou-se um ingrediente chave em muitos produtos de desinfecção devido à sua eficácia comprovada na eliminação de microrganismos. Em 2023, com a crescente demanda por desinfetantes potentes, a presença desse composto em produtos variados é mais relevante do que nunca.

Amplamente reconhecida por sua ação antimicrobiana, a amônia quartenária é indicada para uma variedade de aplicações, desde ambientes hospitalares e industriais até usos domésticos e veterinários.

Sua versatilidade e eficácia a tornam uma escolha preferencial para garantir ambientes limpos e livres de patógenos. Além de sua presença em desinfetantes, este composto também encontrou seu caminho em produtos de cosmética e beleza pessoal, aproveitando suas propriedades biocidas para garantir produtos mais seguros e higiênicos.

Diversos produtos no mercado contêm amônia quartenária em sua formulação, refletindo sua popularidade e confiabilidade. Alguns dos produtos mais reconhecidos que incorporam esse composto em sua composição incluem:

  • Lysoform: amplamente utilizado em ambientes domésticos para desinfecção de superfícies.
  • Hysteril: com aplicações em ambientes hospitalares e clínicos.
  • Vet+20 e Herbalvet: produtos voltados para o segmento veterinário, garantindo ambientes seguros para animais.
  • Vancid: outro desinfetante potente que utiliza a amônia quartenária como um de seus principais ingredientes ativos.

Em resumo, a amônia quartenária continua a ser um componente essencial em muitos produtos de desinfecção e higiene. Sua presença em uma variedade de produtos reflete sua eficácia e versatilidade, tornando-a uma escolha confiável para combater microrganismos em diversos contextos.

O que é glutaraldeído e para que serve?

O glutaraldeído é uma substância química amplamente reconhecida por suas propriedades esterilizantes e desinfetantes. Comumente utilizado em ambientes hospitalares e veterinários, este composto tem se mostrado essencial para garantir a segurança e higiene em locais onde a esterilização rigorosa é crucial.

É válido destacar que a eficácia do glutaraldeído é notável. Como desinfetante de alto nível, ele pode neutralizar uma ampla gama de microrganismos em apenas 30 minutos de aplicação. Quando o objetivo é a esterilização completa, o tempo de exposição recomendado varia entre 8 a 10 horas.

Além de sua ação contra bactérias e fungos comuns, o glutaraldeído é eficaz na neutralização de esporos e de vírus resistentes, como o da Hepatite B. Esta ampla gama de ação o torna uma escolha preferencial em muitos cenários onde a eliminação de patógenos é essencial. No entanto, é importante notar que, apesar de suas vantagens, o glutaraldeído é uma substância altamente tóxica.

É válido ressaltar ainda que existe diferença entre o uso do Glutaraldeído e do Peróxido. O primeiro é um desinfetante usado em hospitais para esterilizar equipamentos, sendo menos corrosivo, mas pode irritar a pele e as mucosas e requer cuidados no manuseio. Já o segundo é um oxidante forte que atua como desinfetante e antisséptico, degradando-se em água e oxigênio, mas pode ser corrosivo em altas concentrações. A escolha entre eles depende da aplicação e do material a ser desinfetado.

Por causa da toxicidade desses desinfetantes, é imperativo que os profissionais que o manuseiam usem Equipamentos de Proteção Individual (EPI) adequados. Isso garante que, enquanto o ambiente é adequadamente desinfetado, aqueles que aplicam o produto estão protegidos de seus efeitos nocivos. Em resumo, o glutaraldeído é uma ferramenta poderosa na luta contra patógenos, mas seu uso requer precaução e treinamento adequado.

Passo a passo para uma desinfecção eficaz em ambientes com animais

Manter um ambiente limpo e desinfetado é fundamental para a saúde e bem-estar de animais e seres humanos que convivem no mesmo espaço. Em locais onde animais residem ou são tratados, como clínicas veterinárias, abrigos e fazendas, a desinfecção adequada torna-se ainda mais crucial para prevenir a propagação de doenças e garantir um ambiente seguro.

Dessa forma, o passo a passo detalhado sobre como realizar uma desinfecção eficaz a ser seguido é:

  1. Segurança Individual: Antes de iniciar qualquer procedimento, é essencial utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para garantir sua segurança.
  2. Higienização Inicial: Antes de começar a desinfecção, realize uma higienização completa do ambiente para eliminar resíduos. Utilize água e sabão para essa limpeza.
  3. Preparação: Realize limpezas correntes e terminais como preparação para a desinfecção.
  4. Verificação de Produtos e Toxidade: Antes de aplicar qualquer produto, verifique suas toxidades. Avalie se há a necessidade de remover os animais do ambiente durante a desinfecção. Além disso, verifique a necessidade de usar EPI (Equipamento de Proteção Individual).
  5. Ordem de Desinfecção: Comece a desinfecção pelas áreas consideradas menos críticas. Se os animais estiverem no ambiente, inicie a desinfecção pelas áreas com animais mais saudáveis e filhotes. Finalize a desinfecção nas áreas com animais não-saudáveis, em isolamento ou com alta taxa de infecção.
  6. Método de Limpeza: Utilize um rodo com pano ou outro instrumento adequado e limpe em movimento unidirecional, de cima para baixo, sendo que sejam utilizados movimentos zigue-zague para o chão. Evite passar o pano duas vezes no mesmo local para não redistribuir a sujeira ou os microrganismos.
  7. Divisão de Áreas: Se possível, designe pessoas diferentes para desinfetar áreas diferentes. Se isso não for possível, utilize um kit de EPI diferente para cada ambiente.
  8. Frequência e Tempo de Espera: Dependendo da gravidade da contaminação e do produto utilizado, pode ser necessário passar o desinfetante mais de uma vez. Após cada passada, aguarde um tempo determinado (que pode variar de acordo com o produto) antes de repetir o processo.
  9. Lavagem Pós-Desinfecção: Conforme as recomendações do produto utilizado, avalie se as áreas desinfetadas precisam ser lavadas após o procedimento.
  10. Tempo de Ocupação: Após a desinfecção, é essencial aguardar um período específico (que pode variar conforme o produto utilizado) antes de permitir que pessoas ou animais ocupem o local novamente. Esse tempo garante que os resíduos dos produtos se dissipem e o ambiente esteja seguro para a reocupação.
  11. Retorno dos Animais: Após concluir a desinfecção, os animais podem ser retornados aos seus locais, garantindo que não estejam expostos à toxidade dos produtos e a possíveis infecções.
  12. Manutenção e Limpeza Corrente: Mantenha a limpeza regular do ambiente. Siga os protocolos estabelecidos para garantir a redução das chances de infecção, protegendo profissionais, cuidadores e os próprios animais.

De acordo com as recomendações de cada produto, é importante avaliar a necessidade de as áreas serem lavadas, após a desinfecção. Após finalizar o procedimento, os animais podem retornar aos seus devidos locais, sem exposição a toxidade dos produtos e infecções.

É importante que os protocolos sejam seguidos e seja feita a limpeza corrente do ambiente. Essa é a melhor forma de reduzir as chances de infecção, sendo proteção para os profissionais, cuidadores e animais.

Importância da desinfecção em ambientes com animais

Ambientes limpos e desinfetados não só garantem a saúde dos animais, mas também protegem os seres humanos de possíveis zoonoses, doenças transmitidas de animais para pessoas. A desinfecção regular é crucial para prevenir a propagação de patógenos, reduzindo o risco de surtos de doenças e garantindo um ambiente seguro para todos.

Os ambientes onde os animais residem, como clínicas veterinárias, abrigos, fazendas e residências, são propensos à acumulação de microrganismos nocivos. Estes patógenos podem ser facilmente transmitidos entre animais ou de animais para humanos, especialmente em locais onde a limpeza e a desinfecção não são realizadas adequadamente. Portanto, a desinfecção regular não é apenas uma questão de manter o ambiente limpo, mas também uma medida preventiva vital para a saúde.

No mercado de desinfetantes, o Virkon S destaca-se como uma solução eficaz. Reconhecido por sua ampla eficácia contra vírus, bactérias e fungos, ele é frequentemente utilizado em diversos ambientes que abrigam animais. Sua formulação garante uma desinfecção profunda, tornando-o uma escolha confiável para profissionais e tutores de animais que buscam o mais alto padrão de limpeza.

Em conclusão, a desinfecção em ambientes com animais é uma prática indispensável que vai além da simples limpeza. É uma estratégia proativa para garantir a saúde e o bem-estar de animais e seres humanos

Estratégias de Prevenção de Doenças em Clínicas Veterinárias

A prevenção de doenças em clínicas veterinárias é uma vertente essencial da Medicina Veterinária Preventiva. Em 2023, com o aumento da conscientização sobre a importância da saúde animal e humana, a manutenção de ambientes limpos e desinfetados tornou-se uma prioridade.

Esta prática não só promove a saúde e qualidade de vida dos animais, mas também protege os tutores e profissionais envolvidos.

Quando um tutor leva seu animal de estimação a uma clínica veterinária, espera-se encontrar um ambiente limpo e seguro. Um local adequadamente higienizado minimiza significativamente o risco de infecções, reduzindo a exposição a agentes patogênicos que podem desencadear novas doenças ou agravar condições existentes. Esta atenção meticulosa à limpeza e desinfecção é uma demonstração do compromisso da clínica com a saúde e bem-estar dos animais.

Além dos animais, é vital considerar a saúde dos tutores e dos profissionais que trabalham na clínica. Eles também estão expostos a possíveis agentes infecciosos e, portanto, medidas preventivas beneficiam a todos, evitando a propagação de doenças zoonóticas - aquelas que podem ser transmitidas entre animais e humanos.

Dessa forma, um ambiente adequadamente higienizado, alinhado aos princípios de biosegurança veterinária, minimiza significativamente o risco de infecções e a propagação de doenças zoonóticas, reforçando o compromisso da clínica com a saúde e bem-estar de todos os envolvidos.

O que é biossegurança veterinária?

A biossegurança veterinária refere-se ao conjunto estratégico de práticas e protocolos destinados a minimizar a exposição a riscos que podem comprometer a saúde de animais, seres humanos e o meio ambiente. Essa abordagem integrada busca garantir que as atividades veterinárias sejam realizadas de forma segura, evitando a propagação de doenças e a contaminação ambiental.

Os protocolos de biossegurança são estruturados em quatro níveis distintos: NB1, NB2, NB3 e NB4. Essa categorização é estabelecida com base na complexidade das atividades realizadas, no nível de precaução necessário e no tipo de microrganismo manipulado. Em termos simples, quanto maior o número, mais rigorosas são as medidas de segurança adotadas, refletindo a gravidade e a transmissibilidade potencial do agente patogênico em questão.

O critério para determinar o nível de biossegurança adequado leva em consideração diversos fatores, incluindo o potencial de transmissão do microrganismo, a gravidade da doença que ele pode causar e as precauções específicas necessárias para sua manipulação segura. Esse sistema de categorização garante que as atividades veterinárias sejam realizadas com o máximo de segurança, protegendo tanto os profissionais quanto os animais e o público em geral.

Além dos protocolos específicos para cada nível de biossegurança, a utilização adequada de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) é fundamental para reduzir riscos químicos e biológicos. Em 2023, o uso de EPIs, combinado com treinamento contínuo e conscientização, forma a base da biossegurança veterinária, garantindo que as práticas clínicas sejam realizadas de forma segura e eficaz.

Como deve ser a limpeza do estabelecimento veterinário

A manutenção da limpeza em estabelecimentos veterinários é fundamental para garantir a saúde e segurança dos animais e dos profissionais envolvidos. Com o avanço das práticas e produtos de limpeza, é essencial seguir protocolos rigorosos para uma higienização eficaz.

Inicialmente, a seleção de produtos de limpeza de alta qualidade é crucial. Estes produtos devem ser especialmente formulados para ambientes veterinários, garantindo que não causem irritações ou alergias nos animais. Ao iniciar a limpeza, é recomendado começar pelas superfícies mais altas, movendo-se de cima para baixo. Isso evita que sujeira e detritos caiam sobre áreas já limpas.

Com todas as superfícies desobstruídas, é hora de focar na higienização. Limpe todas as superfícies, incluindo mesas de atendimento e gaiolas, e remova pelos e detritos presentes no ar. Pulverize desinfetantes apropriados e permita que atuem pelo tempo recomendado pelo fabricante. Em uma área designada, limpe e esterilize os instrumentos. Sempre que possível, opte por materiais descartáveis, minimizando riscos de contaminação cruzada.

É importante destacar que o chão é uma área crítica em clínicas veterinárias, pois está em contato direto com as patas dos animais. Portanto, após a limpeza das superfícies, dedique atenção especial à desinfecção do piso. Este procedimento deve ser repetido várias vezes ao longo do dia, especialmente em áreas de alto tráfego.

Por fim, é essencial gerenciar os artigos utilizados na clínica. Toalhas, panos e lençóis devem ser descartáveis ou lavados após cada uso. Recipientes de comida e água, por outro lado, devem ser regularmente esvaziados, limpos e esterilizados. Ao seguir essas diretrizes, estabelecimentos veterinários podem garantir um ambiente limpo, seguro e propício para o cuidado dos animais.

Protocolos de desinfecção veterinária

A desinfecção em clínicas veterinárias é uma prática essencial para garantir a saúde e segurança tanto dos animais quanto dos profissionais envolvidos. Em 2023, os protocolos de desinfecção são categorizados de acordo com as áreas: críticas, semi-críticas e não críticas. A seleção dos desinfetantes é baseada nessas categorias e em suas classificações de eficácia: alto, médio e baixo nível.

A frequência da desinfecção é crucial. É imperativo que os procedimentos de limpeza e desinfecção sejam realizados periodicamente ao longo do dia, especialmente durante o horário de atendimento. A escolha do desinfetante ideal leva em consideração diversos fatores, como sua eficácia, toxicidade, facilidade de manipulação, tempo de ação e relação custo-benefício.

Além da seleção adequada de desinfetantes, a implementação de práticas de higiene consistentes é vital para prevenir infecções. Algumas medidas recomendadas incluem: lavagem e desinfecção regular das mãos, uso de luvas e vestuário de proteção individual, preparação estéril para procedimentos cirúrgicos, limpeza contínua das instalações, treinamento contínuo de profissionais e normatização de procedimentos.

Ao limpar, é essencial seguir uma sequência lógica: começar pelas áreas menos contaminadas e progredir para as mais contaminadas. Evite varrer a seco, pois isso pode levantar partículas, incluindo pelos de animais. A limpeza deve ser realizada em um movimento unidirecional, de cima para baixo, seguida pela desinfecção de superfícies e equipamentos.

Os protocolos também enfatizam a importância da manutenção regular de equipamentos e instalações. A caixa d'água, por exemplo, deve ser limpa a cada seis meses. Equipamentos de reprocessamento, como estufas e autoclaves, necessitam de manutenção e limpeza frequentes. Além disso, é crucial verificar regularmente as datas de validade de medicamentos e desinfetantes.

Por fim, a gestão adequada de resíduos é fundamental. O lixo orgânico deve ser separado do lixo comum, e todos os materiais utilizados durante os procedimentos devem ser adequadamente desinfetados, esterilizados ou descartados. A adesão estrita a esses protocolos, juntamente com a documentação adequada e a conformidade com as diretrizes dos órgãos reguladores, garante um ambiente seguro e higienizado para todos.

Quem fiscaliza as clínicas veterinárias? 

O principal órgão responsável pela supervisão de clínicas veterinárias é o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) de cada estado. Este conselho atua em conformidade com as diretrizes e regulamentações estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), assegurando que as clínicas operem de acordo com os padrões nacionais.l

O CFMV estabelece regras claras e diretrizes para o funcionamento adequado das clínicas veterinárias. Estas regras abrangem desde a infraestrutura física até os procedimentos médicos e éticos a serem seguidos pelos profissionais. As inspeções realizadas pelo CRMV são baseadas nessas diretrizes, garantindo a uniformidade e qualidade dos serviços veterinários em todo o país.

Além do CRMV e CFMV, em situações em que há denúncias relacionadas a práticas inadequadas ou possíveis fraudes, outros órgãos, como a DECON (Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra o Consumidor) e o PROCON, podem intervir. Estas entidades focam principalmente na proteção dos direitos dos consumidores e podem atuar em conjunto com o CFMV para resolver questões relacionadas a clínicas veterinárias.

Qual a função da vigilância Sanitária em relação aos estabelecimentos veterinários?

Esta entidade governamental é responsável por assegurar que tais estabelecimentos operem de acordo com padrões elevados de saúde e segurança, garantindo o bem-estar dos animais e a proteção da saúde pública.

Em primeiro lugar, a Vigilância Sanitária fiscaliza a estrutura física dos estabelecimentos veterinários. Isso inclui a verificação de instalações adequadas, equipamentos em bom estado e ambientes propícios para o atendimento e cuidado dos animais. A prevenção de riscos é uma prioridade, garantindo que os locais estejam livres de potenciais ameaças à saúde dos animais e dos profissionais que ali trabalham.

Além disso, a entidade monitora rigorosamente os padrões de limpeza e higiene. Isso envolve a inspeção regular das práticas de desinfecção, esterilização de equipamentos e manutenção de ambientes limpos, evitando a propagação de doenças e infecções.

É válido ressaltar ainda que a atuação da Vigilância Sanitária, no entanto, não é isolada. Ela frequentemente colabora com outras Entidades Fiscalizadoras em níveis estaduais e municipais. Esta cooperação permite uma abordagem mais abrangente e eficaz na supervisão dos estabelecimentos veterinários, garantindo que os padrões de qualidade e segurança sejam mantidos em todo o país.

Como fazer um POP de limpeza?

A elaboração de um Procedimento Operacional Padrão (POP) de limpeza tornou-se essencial para garantir ambientes higienizados e seguros. O POP serve como um guia detalhado para as melhores práticas de limpeza e desinfecção. Aqui estão os passos recomendados:

 

Fonte: Modelos de pop para cozinha. Para baixar | Premium (somospremium.com.br)

Primeiramente, adote a técnica dos dois baldes: um contendo uma solução de água e desinfetante e o outro apenas com água limpa. Esta técnica minimiza a contaminação cruzada, garantindo que o pano ou esfregão seja enxaguado em água limpa antes de ser mergulhado na solução desinfetante novamente.

É crucial manter superfícies e pisos desinfetados regularmente ao longo do dia. Dependendo do fluxo de pessoas e da natureza do ambiente, estabeleça uma frequência adequada para a limpeza. Por exemplo, em áreas de alto tráfego ou locais de atendimento ao público, a desinfecção deve ser mais frequente.

Após cada atendimento ou uso de um espaço, certifique-se de repor materiais descartáveis e estéreis. Antes de reutilizar o espaço, valide suas condições, garantindo que esteja livre de contaminação. Sempre que possível, remova material orgânico e aplique um desinfetante de alta eficácia para eliminar microrganismos nocivos.

Por fim, é essencial monitorar e repor as soluções desinfetantes. Substitua-as pelo menos a cada 7 dias e identifique os recipientes com as datas de abertura e prazos de validade. Siga sempre as recomendações da ANVISA ou do órgão regulador local para garantir a eficácia da solução e a segurança do ambiente.

Quem fiscaliza os criadores de animais?

A fiscalização dos criadores de animais é uma responsabilidade compartilhada por diversos órgãos e instituições. O Instituto Pet Brasil (IPB) é uma das entidades que desempenha um papel significativo neste contexto. Embora o IPB publique pesquisas sobre o setor e ofereça programas de desenvolvimento para empresas do setor pet, sua atuação não se limita apenas à fiscalização direta de criadouros.

Além do IPB, as Secretarias Municipais de Proteção e Defesa dos Animais também têm um papel crucial na supervisão e fiscalização de criadouros legais e na comercialização de animais de estimação. Estas secretarias trabalham em conjunto com outros órgãos governamentais para garantir que os padrões de bem-estar animal sejam mantidos.

É importante ressaltar que, além dessas entidades, existem outras organizações não governamentais e grupos de defesa dos direitos dos animais que atuam de forma vigilante, monitorando e denunciando práticas inadequadas ou ilegais na criação de animais.

Quais são os desinfetantes mais usados na medicina veterinária?

Em 2023, a medicina veterinária tem dado ênfase à seleção criteriosa de desinfetantes para garantir a saúde e segurança dos animais. A escolha desses produtos leva em consideração as especificidades e necessidades de cada estabelecimento veterinário.

No primeiro grupo, temos o "duo-cide Plus" e o "álcool Etílico 70%". Ambos são reconhecidos pela sua eficácia e rapidez na ação desinfetante, sendo amplamente adotados em clínicas e hospitais veterinários. O álcool, em particular, é valorizado por sua versatilidade e facilidade de uso.

Em seguida, encontramos o "gliocide", "hipoclorito de Sódio" e o "formol". Estes são conhecidos por sua potente ação antimicrobiana. O hipoclorito, por exemplo, é frequentemente usado em soluções para limpeza de superfícies, enquanto o formol é utilizado em ambientes que requerem uma desinfecção mais profunda.

Por fim, o "glutaraldeído", "ácido peracético" e o "peróxido de hidrogênio" compõem o último grupo de desinfetantes populares em 2023. Estes produtos são escolhidos por suas propriedades oxidantes e capacidade de eliminar uma ampla gama de microrganismos, garantindo ambientes limpos e seguros para os animais.

Tendências e novidades

Em 2023, o campo da desinfecção veterinária tem experimentado avanços significativos, impulsionados pela crescente necessidade de garantir ambientes seguros para animais e seres humanos. Com o surgimento de novas doenças e a constante evolução de patógenos, a indústria tem buscado soluções inovadoras para enfrentar esses desafios, ao mesmo tempo em que reconhece e valoriza produtos consagrados que têm resistido ao teste do tempo.

Uma das tendências notáveis é a busca por desinfetantes mais ecológicos, que ofereçam alta eficácia sem prejudicar o meio ambiente. Além disso, a integração de tecnologia, como sistemas automatizados de desinfecção e aplicativos que monitoram a eficácia da limpeza, tem sido uma novidade bem-vinda. Estas inovações visam otimizar o processo de desinfecção, tornando-o mais eficiente e menos propenso a erros humanos.

No entanto, mesmo com as novas tendências emergindo, produtos como o Virkon S continuam a ser uma referência na desinfecção veterinária. Com mais de três décadas de mercado, esse desinfetante é reconhecido por sua ampla eficácia contra uma variedade de patógenos, incluindo vírus, bactérias e fungos. Sua longevidade no mercado é um testemunho de sua confiabilidade e eficácia contínua, mesmo diante de novos desafios.

Em resumo, enquanto a indústria de desinfecção veterinária continua a evoluir com novas tecnologias e abordagens, a importância de soluções testadas e comprovadas, como o Virkon S, não pode ser subestimada. A combinação de inovações modernas com produtos estabelecidos garante que os ambientes veterinários permaneçam seguros e higienizados, protegendo a saúde de animais e seres humanos.

 
Formas de Pagamento
Ficha técnica
Código P000963
Código de barras 5030157001532
Estoque 45
Categoria Higienizadores e Repelentes
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